Quero na minha arenaQuero na arena
Patrocínio

Patrocínio de arena não morre na venda. Morre na renovação.

Fechar o primeiro ano é conversa. O segundo ele só assina se enxergar o que comprou — e é aí que quase todo patrocínio de quadra acaba, porque ninguém consegue mostrar número nenhum.

Como funciona

Vender, mostrar, comprovar

Você chega com número

Uma apresentação com os dados reais da sua arena: público, clipes gerados, tempo de quadra alugada. Deixa de ser "tenho bastante movimento".

A marca dele entra no ar

Cinco espaços na sua página, no player e antes do vídeo. Com rodízio, então mais de um patrocinador convive sem brigar por lugar.

Ele acompanha sozinho

Um endereço só dele, com impressão, clique e CTR por hora e por dia da semana. Você não monta relatório nenhum.

A parte técnica

Por que o nosso número é menor — e por isso vale mais

A primeira versão contava toda vez que a peça era pedida. Medimos: um laço de sessenta chamadas virava sessenta impressões. Esse número é o que vira preço, então inflar seria enganar o patrocinador do nosso cliente. Hoje são três travas — a contagem exige uma página de verdade carregada antes, o mesmo visitante não conta duas vezes seguidas, e existe teto por origem. O mesmo laço, com duzentas chamadas, hoje registra zero. Doze pessoas diferentes no WiFi da arena continuam contando doze: o teto é folgado de propósito, porque apertar demais puniria o público real.
Os espaços

Onde a marca dele aparece

Na página da arena

Banner na home do seu subsite e junto dos clipes — onde o atleta já vai por conta própria procurar o lance dele.

Antes do vídeo

No clipe e na transmissão ao vivo. Uma peça, várias em sequência ou sorteada — e o navegador lembra quais já passaram para não repetir.

No player

Junto do vídeo que vai circular no story e no grupo do WhatsApp, que é onde a arena alcança quem ainda não é cliente dela.

Perguntas

O que perguntam antes de vender o primeiro espaço

Quantos patrocinadores eu consigo ter ao mesmo tempo?

São cinco espaços diferentes na sua página, e cada espaço aceita mais de uma peça em rodízio. Na prática você não vende "o site": vende posições, e pode ter um patrocinador principal e outros menores sem que um atrapalhe o outro.

O patrocinador consegue ver os números sem depender de mim?

Sim, e é o que faz a renovação acontecer sozinha. Ele recebe um endereço só dele, que abre sem senha e mostra quantas vezes a peça apareceu, quantos cliques teve e o CTR — por hora do dia e por dia da semana. Você não precisa montar relatório, e ele não precisa acreditar em você.

Esses números podem ser inflados?

Podiam, e a gente corrigiu antes de alguém usar. A medida original contava toda vez que a peça era pedida — um laço simples fazia sessenta chamadas virarem sessenta impressões. Hoje são três travas: a contagem exige uma página de verdade carregada antes, o mesmo visitante não conta duas vezes em seguida, e há um teto por origem. O mesmo laço de duzentas chamadas hoje registra zero. Vale dizer o outro lado: o teto por origem é folgado de propósito, porque a torcida inteira de uma arena sai pelo mesmo WiFi e apertar demais puniria o público real.

Anúncio antes do vídeo não espanta o atleta?

Espanta se for longo e obrigatório o tempo todo — por isso quem manda é você. Dá pra mostrar uma peça, várias em sequência ou uma sorteada, e o navegador de quem assiste lembra quais já passaram, então a mesma pessoa não leva o mesmo anúncio toda vez.

E se eu ainda não tenho patrocinador nenhum?

Aí o que falta é a conversa, não o espaço. O sistema monta uma apresentação com os números reais da sua arena — público, clipes gerados, tempo de quadra alugada — para você levar na reunião. É um link, e também imprime.

Continue

Onde isso encosta no resto

Vamos ver como fica na sua quadra?

Conte quantas quadras você tem e o que joga por lá. A gente responde com a configuração que faz sentido — e sem enrolação de vendedor.

Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

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